Encontrei no blog Sex or not? a referência ao site de Alex Meyer e fiquei curiosa. Alex Meyer trabalha com cartoon, desenha desde sátiras sangrentas de desenhos animados até pin-ups depravadas. No caso, Alex desenha e também pinta telas com estes motivos.
Gostei do toque fantástico e sensual dos seus desenhos de garotas, inclusive muito bons para tatuar… Pois é, inclusive ele tem exposto seu trabalho em um estúdio de tatoo de Denver, o Th’Ink Tank Gallery, que é também uma galeria de arte alternativa.
Se você, garota, achava legal aparecer no site Suicide Girls, é melhor tomar cuidado, a não ser que não se importe em ter suas imagens vendidas para sites pornôs.
Pessoalmente, nada contra pornografia, mas cada um sabe muito bem o que quer. E muitas das garotas que resolvem ter imagens no SG o fazem justamente porque ele não é exatamente pornográfico. E sim teria uma aura de erotismo alternativo.
E, sinceramente, parece-me que o site está agindo de má fé e tem mostrado sua cara desde o começo do processo contra Apnea e o fotógrafo do site Lithium Picnic.
Ironicamente, em uma ocasião anterior a toda essa história, segundo o site, uma das proprietárias do Suicide Girls advertiu Apnea sobre esse problema quando ela estava pensando em fazer imagens para o Godsgirls, outro site do gênero.
Foram vendidas inclusive fotos sem edição, testes de luz e imagens casuais dos ensaios.
Você pode ver mais exemplos do problema, incluindo imagens, no Alt Porn Gossip.
Se este é a sua preferência e você gosta de brincar de cavalinho desde que era um potrinho ou uma potrinha - conforme o caso - o site de Sir Jeff, sobre ponygirls é o seu lugar.
O site Headph0ne Phet1sh dedica-se ao fetiche de mulheres usando headphones.
Você pensou que tinha visto de tudo, não é?
Obviamente, o site - que já foi destaque na Bizarre Magazine e no badalado BoingBoing - traz fotos de muitas cantoras, a exemplo de Christina Aguilera na foto acima, e DJs.
Ah, as delícias de se ouvir uma música da maneira mais íntima, não?
Ao deparar com esta imagem no blog Booted Up, pensei que um dia ainda vão me dar uma explicação razoável por que botas costumam ser tão sexy.
Porém, a autora do blog perguntava a origem da imagem aos seus leitores.
E não é que pouco tempo depois já havia comentários com pistas para a fonte da misteriosa fotografia ornada com caracteres aparentemente árabes e um 666?
E finalmente, na seqüência de comentários - se você tiver a curiosidade de dar uma olhada -, descobre-se que as imagens pertencem ao fotógrafo alemão Herbert W. Hesselmann.
Ter diversos acessórios sexuais, roupas fetichistas e demais brinquedos eróticos e, claro, compartilhá-los abertamente com a namorada ou namorado pode não significar necessariamente que você esteja lidando bem com a sua sexualidade.
Neste episódio específico, os dois consultores da série ajudam um casal que, apesar de falarem abertamente, entre si e para o público, sobre seus fetiches e outras delícias, não conseguem desenvolver a conexão afetiva necessária à prática de uma trepada mais gostosa.
Os dois estavam caminhando para o fim do relacionamento, certamente.
Recomendo que você veja todos os quatro vídeos que compõem o episódio completo. É muito instrutivo:
Eu sempre tive minhas perversõezinhas e sempre abri o jogo sobre elas com minhas namoradas, porém jamais deixei que essas perversõezinhas viessem antes do contato verdadeiro e poderoso que o sexo deve proporcionar.
Ainda assim, isso não impediu que pelo menos um relacionamento meu fosse prejudicado porque uma delas chegou a pensar que eu deveria ser surpreendido a cada vez.
Na verdade, se você for olhar com sinceridade, sexo é sexo. Muda pouca coisa a cada vez e não tem muito o que inventar por mais que você seja criativo.
Mas é algo que está com você como a necessidade de respirar.
É inevitável querer sempre viver essa experiência, assim como a satisfação de uma fome. É uma necessidade biológica. Porém que pode ser aprimorada nessa satisfação.
É a diferença entre o fast-food e uma culinária requintada. Sem falar que existe aquele prato que você sempre quer comer. Gostei, por exemplo, da desmitificação da posição papai e mamãe no episódio: não se sinta culpado por querer o feijão com arroz de vez em quando.
Porém, minha parte preferida dos vídeos vem ao final. Depois de terem aprendido tudo o que aprenderam, a garota dá para sua vida sexual anterior uma nota 4 e para a atual uma nota 8:
- Está bom… dobrou. - diz a consultora - Mas o que falta para chegar a 10?
- Alguns acessórios… - diz a garota com ar safado, lembrando dos brinquedinhos que, durante a fase de reaprendizado, os dois foram proibidos de usar. Afinal, nada mais belo do que ver uma menina como ela com um lindo espartilho e um par de botas, devo admitir.
Mas de fato, no caso dos dois, as coisas estão agora na ordem certa: alguns acessórios são ótimos, mas o nome já diz. São acessórios. Vêm depois do essencial.
No caso deles, antes de reaprenderem a usar o sexo como forma de contato entre um e outro, as fantasias sexuais eram usadas para disfarçar, para se esconder.
E não para revelar, como deveria ser.
Também não posso deixar de dizer que programas como esse que falem tão abertamente de sexualidade - no sentido afetivo da palavra e não no sentido medicinal, como se costuma ver nas tevês brasileiras -, fazem falta por aqui.